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December 10 2012

O que é impossível?

Não é fácil para qualquer pesquisador dizer exatamente quando foi que começamos a nos comunicar uns com os outros. E muito menos nos dizer se isto foi de todo bom... Ao longo de nossa própria evolução acabamos descobrindo nossas afinidades com pessoas, com ideias ou temas.

Mas, mesmo evoluindo durante milhares de anos, ainda passamos por momentos de total desacordo com nossa própria maneira de se expressar. Um negócio pode ser desfeito se a palavra errada for dita, um rancor pode nascer de uma frase mal entendida, uma guerra pode começar se um simples "Obrigado" não for claramente falado.

A Torre de Babel, segundo a narrativa bíblica no Gênesis, foi uma torre construída por um povo com o objetivo de que o cume chegasse ao céu. Isto era uma afronta dos homens para Deus, pois eles queriam se igualar a Ele. Deus então parou o projeto, depois castigou os homens de maneira que estes falassem varias línguas para que os homens não se entendessem (...)
fonte: wikipedia


A nossa necessidade de se expressar nunca foi exatamente explicada por alguém. Veja, tento em meus poucos textos fazer você, leitor, entender um pouco do que falo, elevando o máximo que consigo de meu momento para cada palavra. Estou em um lugar, em um horário, ouvindo ou não algo, em uma temperatura que pode ser agradável ou não, pensando em algo, ou alguém ou fatos e, dentro disto, eu simplesmente escrevo... Agora, me retorne esta visão dentro do seu ambiente.

Você lê aqui como quer, onde estiver, no horário que estiver, logo após um dia cheio, ou antes de começar uma noite a fora. Vai entender do seu jeito, da sua maneira, na sua visão. Não posso esperar ou exigir que me entenda. Somente que leia e participe com reações a cada linha.

Grandes pensadores passaram por uma crise existencialista, outros simplesmente ignoraram esta crise e viveram em seus cubos de pensamentos. Quem nunca se sentiu - uma vez na vida - como se falasse um único dialeto que ninguém ouvisse ou entendesse?

Se estudar a evolução da língua você entenderá o porquê estamos tão simplistas no dia a dia, ou porque a evolução da própria segue para um caminho menos harmonioso ou sonoro e mais abrupto objetivo.

Pois é, nada é tão simples, mas ao mesmo tempo, complicamos tanto que toda conversa acaba se tornando única e, às vezes, vazia. Você não precisa procurar um entendedor completo, mas um entendedor que completa sua ideia e repassa para frente, com um novo ponto de vista.

Assim evoluímos.


Estou atrasado, mas chego por aqui compartilhando o livro que esqueci. O 5º BookCrossing Blogueiro aconteceu no último mês, e estou por aqui repassando minha experiencia em compartilhar.

Se acompanhou os últimos, viu como tenho motivado esta troca de experiencias pelas letras de cada livro que solto por ai. Como citei acima, um escritor tenta repassar uma ideia e, cada leitura do mesmo livro pode abrir diferentes interpretações.

Diálogos Impossíveis, de Luiz Fernando Veríssimo, brinca com possíveis conversas entre personagens, criadores, inventores ou gente comum.


Drácula e Batman discutem no asilo. Robespierre tenta subornar o carrasco. Goya e Picasso conversam sob o sol da Côte d’Azur. Nas crônicas reunidas neste volume, Luis Fernando Verissimo escreve sobre impossibilidade, incomunicabilidade e mal-entendidos. Escreve, enfim, sobre a vida.
Editora: Objetiva

De modo que só Luiz Fernando consegue fazer, a leitura funciona como seus outros livros. Textos rápidos, certeiros e cheios de interpretação. O que entendi do livro? Você leu ali em cima.

Acredito que o tema será debatido por décadas, até cada homem entender exatamente o que o outro quer dizer. À partir de um bom dia ao até logo. Onde esqueci? Foto:














Para bom entendedor, meia palavra basta? 
Para bom entendedor, nenhuma palavra, é o que basta.

Até o próximo bookcrossing blogueiro.

March 26 2012

É bonito... é a vida.

E aos poucos abri os olhos ouvindo esses acordes,...



... pensei: é simplesmente a vida... é bonito.

January 26 2011

A Sonata da Vida




















O que vê acima?
...e o que escuta?


Abs,
Tags: Vida

November 14 2010

Táxi, Eu e Deus

Atualmente no planeta somos em aproximadamente 7 bilhões de pessoas (e contando), em nossos primeiros caminhos, vemos a luz, aprendemos a reconhecer os momentos e cada segundo de sua vida é uma experiência nova, empolgante e intrigante. Lembra quando, pela primeira vez, você sorriu ainda bebê? Pois é, seus pais lembram e em seu cérebro isto marcou tanto que até hoje você consegue sorrir. Seja por qual motivo, vamos deixando para trás essas novas experiencias mas, basicamente, porque estamos vivendo outras novas.

Ao longo da sua vida você entende que há apenas uma maneira de entender o que entra em seus pulmões, por que o céu é azul ou porque você simplesmente tem gases de vez em quando... Pelo conhecimento. Estudos! Receptores em eterno funcionamento existem em sua cabeça loucos para serem saciados de novidades...

Chega um momento da vida que você simplesmente entende o quanto isto aqui já estava errado, vê a verdade logo a frente mas percebe que você é só um SIM em meio a multidão dos NÃO. Isola-se e tenta refletir, acabando exatamente na frase-questão:

Deus existe?

Deixando de lado qualquer tipo de religião, crença ou venturas linguísticas implicatórias complicadíssimas, vamos ao que interessa. Não posso responder, simples.

Meu nível de conhecimento é baseado em todas as páginas de um livro, páginas de caderno, lousa, hieróglifos e desenhos que já vi e reconheci até então. Me saciando de todas as dúvidas que me surgem a cada momento, sempre têm esse meu oraculo a minha disposição. Esse que tem muitas formas, estilos, tamanhos, personalidades e humores diferenciados. Às vezes ele é burro que da dó, e outras vezes é meu Einstein particular. Este que falo a vós é simplesmente um livro.

Segundo Wikipedia:

"Livro é um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendo texto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro."

Além deste físico e lógico explicativo, lhe digo... Um livro pode ser o que mais procura, obter o mais desejado e saciar as maiores dúvidas do seu universo particular.

Ao perceber isto o ser humano simplesmente evoluiu, conseguiu se comunicar melhor e compartilhar (!!) as palavras mais sensatas (ou não) de tudo que existe.

Você cresceu, aprendeu amadureceu mas ainda sim, não se acha digno de mover as montanhas de grandes problemas mundiais. Como lidar? Já aprendeu que a vontade e o desejo quando a dois é mais forte, imagine quando 7 bilhões pensarem similar? Sou tão apegado aos meus livros que tinha esquecido simplesmente em investir nas pessoas. Conhecimento já conquistado para compartilhar é uma dádiva de poucos. Por isto existe o projeto Bookcrossing. (leia mais aqui)

Basicamente a ideia seria você entregar um livro, um conhecimento que muito estima, ao próximo e deixar este livro livre! Deixando ele chegar à lugar diferentes, pessoas distantes, seres pensantes que podem não falar a mesma língua mas entenderá o recado do livro. No popular: Gente, como a gente, gente humana.

Você tem a oportunidade de espalhar tudo que aprendeu na vida, com um pequeno gesto. O mundo é assim, e se você é leitor assíduo entende que, o mundo sempre foi assim. Neste projeto, em versão brazuca, iniciado com Isadora, apoiado por minha Luz e todos nós, participei com um unico pensamento, estou compartilhando algo maior que meus pensamentos, um livro que me entregou um ponto de vista. Compartilhar um livro ( e não um mero link ) me daria um caminho a mais de ir além das fronteiras de telas e e-mails, chegaria as mãos de alguém. Um ser humano com as mesmas dúvidas, outros anseios e desejos, mas no mesmo sentimento de viver muito mais a vida que tem.


O livro escolhido para compartilhar é um que já passou por várias mãos em meu empréstimo, "Explicando Deus Numa Corrida de Táxi" de Paul Arden é tão simples e tão complicado ao mesmo tempo. Não pela leitura, mas por quem lê. Se você for no site do Americanas.com o verá a sessão de Religiosos, se for na Livraria Cultura, estará como Auto Ajuda e se for no Submarino o verá na sessão de Comunicação. "Mas Julio... Vem cá, o que é este livro, afinal?"


Autor: Paul Arden
Tradução: Roberto Mugiati
Editora: Intrínseca
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 128
Compre aqui

Como citei acima as próprias pessoas que o vendem não o leu, não entendeu e não teve a mente aberta para tal. É simples, é rápido é prazeroso, e acredite, é indolor. Paul Arden examina a relação do homem com o divino de maneira objetiva, inteligente e muito rápida, no percurso de uma corrida de táxi.

Vi em alguns blogs que, por ser de Paul, estaria ali um texto de um ateu escondido por dentre as palavras inteligentes. Minha opinião sobre o livro, ele nada diz e tudo cita. rá!

Eu li, reli e ao terminar senti um abraço em meus pensamentos. Um reconhecimento de tudo que já li e percebi que continuam fazendo sentido ao meu ver. Meu caminho para esta procura simbólica de Deus continuará, mas desta vez mais desperto de que não sou o único por aqui.

Em todas as vezes que emprestei, as pessoas gostaram, cada um entendeu em seu ponto de vista, mas todos tiveram a mesma impressão ao terminar, ... Não direi qual, terá que ler!

E onde "eu esqueci"? Em um táxi, claro! Entreguei nas mãos de um taxista que me fez a seguinte pergunta - e por ventura, suas primeiras palavras para mim -: "Para onde vamos, Senhor?" Minha resposta? "É o que todos nós perguntamos nesta vida." E assim seguimos nosso caminho em um bate papo sobre o assunto.

Entreguei a ele com apenas uma restrição. Ao terminar, ele teria que entregar para uma próxima pessoa. E assim foi minha participação, lúcida, espiritualista pé no chão, curiosa e que me permitiu absorver mais este conhecimento e experiência de vida.

A ideia continua viva lá no blog da Isadora e com selinhos da Lu. Participe da próxima e, quem sabe, poderá responder suas dúvidas como nosso personagem taxista de hoje.


abs,

April 06 2010

Marketing Online Versus Offline

Acabei de ler um artigo muito interessante da Clarice Pereira da empresa Link Comunicação, e com toda a licença dirigida, reproduzo aqui para todos.

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Marketing Digital Versus Presencial

A Internet trouxe várias mudanças no comportamento das pessoas. Por estar mais antenada com as novidades, na área de marketing a realidade não poderia ser diferente. A prova disso foi a reformulação das ações mercadológicas aliando o meio tradicional ao digital. Empresas de varejo, como Americanas, Ponto Frio e Wall-Mart são algumas das que já perceberam a importância da web na divulgação de seus produtos. Mas esses conglomerados não se esqueceram da importância de investir em outros meios, sejam veículos de comunicação impressos, televisivos ou radiofônicos.

Mesmo que 66,3 milhões de brasileiros tenham acesso à Internet e que o tempo de permanência online seja de 44 horas no mês, segundo dados do IBOPE Nielsen de 2009, devemos lembrar que o mundo continua sendo analógico e presencial. Por isso, devemos utilizar todos os meios de comunicação para atingir nosso público-alvo. O advento da web trouxe para o marketing uma preciosa ferramenta, mas para atingir um resultado satisfatório é necessário trabalhar com outras formas de divulgação que agreguem valor à marca, e colocar em prática um portfólio ações combinadas para atingir o mercado-alvo.

Dados da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-Bit mostram que o comércio eletrônico cresceu 30% e movimentou R$ 10,6 bilhões em 2009. O comércio tradicional, muito maior que o online, cresceu 5,9% no mesmo período, mesmo com a crise. Isso nos mostra que apesar do crescimento do e-commerce, ainda sim a venda no varejo continua a ser um meio essencial para alavancar os negócios das empresas, por isso os anúncios e promoções das empresas devem ir além do meio digital.

Mas, antes de se fazer uma propaganda é preciso planejamento. De nada vai adiantar fazer uma divulgação de um produto ou serviço na web e achar que a ação ir atingir 100% seu público-alvo. Empresas como O Boticário e Coca-Cola nos mostram que a Internet é apenas mais uma ferramenta para alcançar os objetivos. As estratégicas de marketing dessas companhias não se limitam apenas ao meio digital, vão desde a divulgação de anúncios em jornais, revistas, rádio e TV, promoções em pontos de venda, slogans que mudam a cada campanha e nas embalagens dos produtos, entre outras ações.

No caso de O Boticário, quando se adentra na sua loja, o consumidor é invadido por fragrâncias perfumadas logo na entrada. Essa sensação a Internet ainda não permite. Já a Coca-Cola faz promoções como, "junte tampinhas das garrafas e troque por um produto ou concorra a prêmios". Nesse caso, a Internet facilita o cadastramento e obtenção de informações sobre a promoção, mas a troca ainda é presencial. A web, só informa, mas quem entrega é o ponto de venda. Essas ações só comprovam que, para investir em visibilidade, as empresas têm que estar preparadas para atender seus diversos públicos, ou seja, devem trabalhar com ações em vários meios de comunicação, sejam eles presenciais ou digitais.

A maioria das decisões no mundo ainda é tomada fora da web. Para escolher o produto na prateleira do supermercado, a dona de casa ainda leva em consideração a embalagem, que deve ser chamativa o suficiente para se destacar na gôndola. O empresário precisa se dedicar ao core de seu negócio e deixar o marketing para profissionais especializados no assunto. São eles que traçarão ações estratégicas que proporcionem resultados eficientes, seja na parte institucional ou mercadológica, seja na comunicação interna ou externa da instituição.

Antes de realizar uma ação que atinja o seu público, é preciso planejar de que forma a mensagem será levada. Neste caso, se o objetivo é mercadológico, qual a melhor forma de colocar a propaganda de um produto na web, no jornal, na televisão, no rádio, ou se é necessário usar de outros instrumentos. É preciso avaliar se há necessidade de difundi-la nas tão propagadas redes sociais, por exemplo.

Se o Twitter, Facebook, Orkut e Linkedin e outros redes sociais nos ajudam aumentar a nossa malha de relacionamentos devido à facilidade do seu uso, a rapidez e a instantaneidade, não podemos esquecer que visitas, almoços, cartas e feiras de negócios, entre outras formas, são métodos necessários para o contato real. Mesmo com a facilidade que a Internet nos proporciona, o contato pessoal é imprescindível e não pode ser substituído.

A web é mais uma ferramenta, útil e ágil, mas não descarta as vias presenciais. Por isso o planejamento é a melhor maneira de saber qual é o momento e local ideal para que a ação possa ser feita.

Tenha em mente a máxima: "Quem não é visto, não é lembrado", mas antes de realizar ações de marketing escolha as ferramentas adequadas, seja no meio digital ou tradicional. A divulgação de uma mensagem de forma ineficiente, ao invés de lucro, pode trazer prejuízos e dissabores ao negócio.

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E vocês que trabalham on e offline, consumidores, e entusiastas, o que acharam?

abs,
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Schweinderl